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Nova numeração para o processador
Opteron.
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A AMD divulgou em
nota oficial para a imprensa que será utilizada uma nova
numeração no
processador Opteron, possibilitando que o usuário identifique qual o
processador está adquirindo através de três dígitos impressos na
superfície superior do processador. Repare que a numeração utilizada
atualmente no Athlon XP não será alterada.
Lembre-se que o
processador Opteron será um processador de 64 bits destinado ao
mercado de servidores. Segundo a AMD, este processador será lançado
oficialmente no dia 22 de abril na cidade de Nova York.
Veja qual o
significado dos dígitos desta nova numeração:
O primeiro dígito
informa qual suporte o processador oferece ao multi-processamento,
ou seja: em uma placa-mãe com mais de um processador, este digito
informa qual o número máximo de processadores que serão suportados.
Por exemplo:
- Os
processadores Opteron da série 100 (exemplo: modelo 1XX) não podem
trabalhar com multi-processamento, pois podem ser utilizados somente
em placas-mãe com no máximo um processador;
- Os
processadores Opteron da série 200 (modelo 2XX) podem ser utilizados
em placas-mãe com no máximo dois processadores;
- Os
processadores Opteron da série 800 (modelo 2XX), podem ser
utilizados em placas-mãe com no máximo oito processadores;
O segundo e o
terceiro dígitos informam o desempenho do processador. Por exemplo:
o modelo 244 oferecerá um desempenho superior ao modelo 242. Repare
que estes dígitos não estão informando a freqüência do processador.
Para evitar
confusões, a AMD iniciará a numeração dos últimos dois dígitos em
40, pois começar com os dígitos 10, 20, ou 30 poderia dar a
impressão que existe uma relação com a freqüência. Por exemplo: um
usuário leigo poderia pensar que o modelo 224 seria um processador
de 2,4 GHz.
Sinceramente
considero uma péssima idéia a utilização dos dois últimos dígitos
para informar o desempenho, pois seria muito mais interessante para
o consumidor ter impresso no processador a sua freqüência ou a
nomenclatura PR (no caso do processador Athlon XP) utilizada. Afinal
o interesse do consumidor é adquirir um processador que trabalhe a
uma determinada freqüência e não adquirir um processador que é mais
rápido que o modelo 242. Este é o tipo de informação que não diz
nada.
Enfim, parece que
a AMD considera que obrigar o consumidor a procurar em uma tabela
qual a verdadeira freqüência do processador é algo que vai facilitar
a sua vida. |
O retorno do Zip Drive.
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A
primeira vista, o novo Zip 750 da Iomega pode parecer algo até
supérfluo num mundo em que boa parte dos PCs já vem com
gravadores de CD-RW, capazes de armazenar de uma só vez mais de
700 MB num CD-R ou até 530 MB, em várias vezes, em um CD-RW.
Versáteis e de baixo custo, essas mídias praticamente
conquistaram corações e mentes dos usuários que as elegeram como
padrão de mercado para armazenamento de dados em PCs.
Apesar do sucesso retumbante, nem tudo são flores no mundo dos
discos ópticos: além de relativamente frágeis, o processo de
formatação de um CD-RW ou a gravação de um CD-R não podem ser
considerados uma experiência agradável em 100% dos casos. É sob
esse ponto de vista que o Zip 750 começa a fazer sentido.
O Zip 750 é capaz de armazenar até 715 MB
após formatado
Como
o próprio nome sugere, o novo Zip é capaz de guardar até 715 MB
de dados (após formatado) num disco magnético devidamente
protegido pela mesma capa rígida e resistente usada nas versões
de 250 MB e 100 MB. Convém ressaltar que, embora seja capaz de
ler e gravar dados nos discos Zip 250, nos Zip 100 ele permite
apenas a leitura de dados. O Zip 750 também não possibilita a
formatação física desses discos de menor capacidade. Por se
tratar de mídia magnética, o usuário pode fazer a transferência
de dados sem ter de interromper o seu trabalho, muito menos
temer a ocorrência de erros de underrun.
Leve
e compacto, o novo Zip 750 já vem equipado com uma porta USB 2.0
(compatível com o padrão USB 1.x). Devido ao maior consumo,
porém, ela não pode ser energizada pelo cabo USB, portanto
necessita de uma fonte de externa. Infelizmente, a leitora não
vem com uma mídia incluída.
O
processo de instalação do equipamento foi relativamente simples,
bastando ligá-lo a uma porta USB livre no PC de testes para que
fosse automaticamente reconhecido como um disco removível.
Entretanto, toda a sua funcionalidade só foi possível ser obtida
com a instalação do utilitário Iomegaware que acompanha o
produto. Também faz parte do pacote o guia de instalação rápida,
documentação em CD, aplicativos e utilitários (com versões em
português), o que inclui um sistema de backup, o Iomega Sync,
que atualiza os arquivos alterados em tempo real e sincroniza
dados entre os PCs, e até uma versão do Musicmatch Jukebox, um
pacote completo de gerenciamento, reprodução, captura e gravação
de CDs no formato MP3.
Para
a realização dos testes utililizamos como referência o diretório
/i386 contido no CD de instalação do Windows NT 4.0, formado por
mais de 3.400 arquivos gravados em 108 subdiretórios, o que
totaliza cerca de 83 MB de dados, além de uma versão do mesmo
diretório agrupado em um único arquivo não-compactado gerado
pelo WinZip (i386.zip). Para efeito de comparação, efetuamos os
mesmos testes numa unidade Zip 100 ATAPI, interno, padrão IDE.
Os testes sintéticos foram realizados com o programa HD Tach
2.61, que mediu velocidades médias de leitura de 4,87 MB/s e de
gravação de 3,8 MB/s com a porta USB 2.0.
Na
verificação da taxa de transferência do PC para o Zip 750,
pudemos observar que não existe muita diferença entre o USB 1.1
e o 2.0 quando o equipamento executa um número elevado de
arquivos pequenos, já que o Zip perde mais tempo organizando do
que transferindo dados. Entretanto, esse cenário muda totalmente
quando se trata de grandes arquivos. Curiosamente, o Zip 100
ATAPI obteve um desempenho mais regular em ambos os casos. No
processo contrário, ou seja, do Zip 750 para o PC, os tempos
variaram pouco na transferência de grandes arquivos, mas
reduziram-se consideravelmente no caso do diretório de dados.
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Microsoft pede que
universitários aprendam a hackear software.
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A
Microsoft está trabalhando com algumas universidades para criar
cursos que ensinem os estudantes a escrever códigos de segurança
“hackeando” softwares. Universidade de Leeds, na Inglaterra, é a
primeira a anunciar o curso.
A
Microsoft está trabalhando com algumas universidades para criar
cursos que ensinem os estudantes a escrever códigos de segurança
“hackeando” softwares, informou a empresa nesta sexta-feira
(21/03). A Universidade de Leeds, na Inglaterra, é a primeira a
anunciar o curso.
Como
parte de do modulo de onze semanas, que tem início em janeiro de
2004, estudantes do terceiro ano da Universidade de Leeds terão a
tarefa de hackear softwares de diversos fornecedores e consertar
qualquer bug de segurança que encontrarem.
Os
estudantes devem se deparar com vulnerabilidades de segurança como
“buffer overruns” — sobrecarga no buffer (área usada para
armazenamento temporário de dados) — e aprenderão a evitá-los ao
escrever o software. O foco do curso em engenharia de software e
na experiência prática é o diferencial das aulas em relação a
outros cursos de segurança, mais voltados a segurança de rede e
criptografia, afirmam os organizadores.
O
programa de cursos universitários da Microsoft está ligado à
iniciativa Trustworthy Computing, lançada no início de 2002 para
ampliar o foco da Microsoft na segurança de seus produtos. Como
parte do projeto, a Microsoft paralisou os trabalhos de milhares
de engenheiros de software por dez semanas para treiná-los a
observar os sistemas como hackers.
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Windows tem nova falha crítica.
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Nova falha
nas versões 98, 98 Second Edition, ME, NT 4.0, 2000 e XP do
Windows pode permitir ataques remotos pelo simples uso de uma
página Web ou de um e-mail formatado em HTML.
Atenção usuários do sistema operacional Windows nas versões 98, 98
Second Edition, ME, NT 4.0, 2000 e XP. Foi descoberta uma nova
falha nestes sistemas da Microsoft, que pode permitir ataques
remotos pelo simples uso de uma página Web ou de um e-mail
formatado em linguagem Hypertext Markup Language (HTML) para o
envio de um código malicioso.
De
acordo com o boletim de segurança MS03-008, da Microsoft, a
vulnerabilidade foi descoberta no Windows Script Engine, que
permite que o sistema operacional rode códigos em script escritos
em linguagens como Visual Basic Script (VBScript), ou JScript.
As
linguagens em script são muito utilizadas para adicionar
funcionalidades a páginas de Web. Criando uma página que contém um
script malicioso, o invasor pode colocar a página Web no ar e
rastrear o usuário que visitar o site para saber se seu sistema
operacional é vulnerável a ataques.
Outra
alternativa do invasor é enviar um e-mail em HTML com o código
malicioso. Quando a mensagem é aberta, o script roda executando
tal código na máquina do usuário.
Usuários do Microsoft Outlook Express 6.0 ou do Outlook 2002 não
correm perigo, segundo a Microsoft. Usuários do Microsoft Outlook
98 e da versão 2000, que possuem o Outlook Email Security Update,
também estão protegidos.
A
Microsoft divulgou uma
correção para o Windows Script Engine e aconselha que todos os
usuários vulneráveis apliquem a atualização o mais rápido
possível.
A
empresa também indica que os usuários tomem algumas precauções
para proteger seus sistemas como desabilitar o suporte para o
Active Scripting, no browser Internet Explorer, instalando o
Outlook Email Security Update e restringindo o acesso a Web sites
no Internet Explorer Trusted Zone.
Seagate
ampliou sua linha de produtos Barracuda 7200.7, com o lançamento dos
novos modelos ST3160021A e ST3160023A de 160 GB. Isso representa um
aumento de capacidade de 33% a mais em relação ao recorde anterior,
de 120 GB.
Nesse
mesmo anúncio, a empresa também lançou o Barracuda 7200.7 Plus
(ST3160021AS) também de 160 GB e compatível com o padrão Serial ATA,
capaz de proporcionar taxas de transferência de até 150 MB/s.
Apesar
do aumento de capacidade, esses novos discos não sofreram alterações
em suas características físicas de altura e de peso, sendo equipados
com apenas dois pratos de 80 GB cada. O modelo Barracuda 7200.7
ainda possui memória cache de 2MB, e o modelo Plus vem com 8 MB.
Outra
novidade criada pela Seagate é a padronização da nomenclatura dos
seus discos rígidos para facilitar a identificação das principais
características de seus produtos. Por exemplo, a numeração 7200.7 do
novo Barracuda refere-se à rotação de seu motor (7.200 rpm) e sua
respectiva geração do produto (agora na sétima).
Segundo
Carlos Valero, engenheiro de aplicação da Seagate para o Mercosul, a
idéia é de tornar cada vez mais fácil a identificação das principais
características dos produtos Seagate, além de destacar a evolução de
nossas tecnologias com o número da geração explicita no nome do
produto. |
Seagate lança novos discos
Barracuda de 160 GB.
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A
Seagate ampliou sua linha de produtos Barracuda 7200.7, com o
lançamento dos novos modelos ST3160021A e ST3160023A de 160 GB. Isso
representa um aumento de capacidade de 33% a mais em relação ao
recorde anterior, de 120 GB.
Nesse
mesmo anúncio, a empresa também lançou o Barracuda 7200.7 Plus
(ST3160021AS) também de 160 GB e compatível com o padrão Serial ATA,
capaz de proporcionar taxas de transferência de até 150 MB/s.
Apesar
do aumento de capacidade, esses novos discos não sofreram alterações
em suas características físicas de altura e de peso, sendo equipados
com apenas dois pratos de 80 GB cada. O modelo Barracuda 7200.7
ainda possui memória cache de 2MB, e o modelo Plus vem com 8 MB.
Outra
novidade criada pela Seagate é a padronização da nomenclatura dos
seus discos rígidos para facilitar a identificação das principais
características de seus produtos. Por exemplo, a numeração 7200.7 do
novo Barracuda refere-se à rotação de seu motor (7.200 rpm) e sua
respectiva geração do produto (agora na sétima).
Segundo
Carlos Valero, engenheiro de aplicação da Seagate para o Mercosul, a
idéia é de tornar cada vez mais fácil a identificação das principais
características dos produtos Seagate, além de destacar a evolução de
nossas tecnologias com o número da geração explicita no nome do
produto. |
Internet tem 580 milhões de
usuários no mundo.
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A
Internet está na vida de mais de meio bilhão de pessoas, no mundo
todo. De acordo com um estudo da Nielsen/NetRatings, o número
usuários ativos da grande rede aumentou de 563 milhões, no terceiro
trimestre de 2002, para 580 milhões no quarto trimestre.
Nesse
período, a base de internautas nos Estados Unidos cresceu 3%,
somando 10 milhões de usuários ativos. No geral, os norte-americanos
representam 29% da população de Internet, seguidos pela Europa
(23%), a região Ásia-Pacífico (13%) e pela América Latina, com 2% do
total global de internautas (11,6 milhões). |
Microsoft revela falha crítica no Windows 2000. |
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Os
usuários do Windows 2000 precisam atualizar seus sistemas
imediatamente se quiserem evitar que hackers assumam seu controle.
Esse foi o alerta dado pela Microsoft em seu último boletim de
segurança.
Segundo a gigante do software,
usuários descobriram uma falha na implementação do protocolo WebDAV
(World Wide Web Distributed Authoring and Versioning).
O protocolo oferece um padrão para a
edição e gerenciamento de arquivos entre os computadores ligados à
internet usando HTTP (Hypertext Transfer Protocol), além de ser
muito usado para controlar servidores de internet remotamente.
No caso de um invasor enviar uma
solicitação específica de HTTP para um servidor rodando IIS
(Internet Information Server), ele pode tanto desligar o servidor
quanto fazer com que ele execute um código de sua escolha.
A falha não tem qualquer relação com a
nova versão do vírus Codered 2, que também ataca os servidores IIS.
Simon Conant, especialista de
segurança da Microsoft, disse que "alguns clientes descobriram o bug
na semana passada e avisaram a companhia, que rapidamente
disponibilizou sua correção".
Porém, a rapidez da Microsoft em consertar a vulnerabilidade, bem
como o fato de a empresa ter liberado a correção avulsamente --e não
em pacotes com diversas correções--, dá a dimensão do perigo que
essa falha pode representar aos usuários do Windows 2000.
Consultores de segurança também
alertam para a seriedade do bug.
Segundo a X-Force, empresa de
segurança de sistemas de internet, já foram detectadas até
ferramentas específicas para explorar a falha. "Isso significa que a
correção dos sistemas tem que ser feita imediatamente", sugere a
empresa.
O arquivo de correção para o Windows
2000 pode ser baixado no
site da Microsoft.
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Família DeltaChrome, novos chipsets da S3. |
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A
S3 Graphics, que pertence à VIA Technologies, acaba de lançar
oficialmente a sua nova família de chipset gráficos, que recebeu o
nome de DeltaChrome, cuja a principal característica é o suporte ao
DirectX 9.0, algo que por enquanto somente os chipsets da nVidia e
da ATI possuem.
A família DeltaChrome será composta por três
chipsets diferentes: o DeltaChromeF1, desenvolvido para os
game-maníacos que necessitam do melhor desempenho possível; o
DeltaChromeS8, que possui a melhor relação "custo x beneficio"; e o
DeltaChromeS4, desenvolvido para o mercado de baixo custo.
Infelizmente a S3 Graphics divulgou poucos
detalhes sobre os seus chipset, o que torna impossível uma melhor
comparação com os chipsets da nVidia e da ATI. Veja as suas
principais características:
- Utiliza as tecnologias Pixel e Vertex Shader
2.0+;
- Renderização de 8 pixels por clock. O
DeltaChromeS4 provavelmente será o único com renderização de apenas
4 pixels (esta informação ainda não foi confirmada);
- Transistores de 0,13 mícron;
- Saída para TV;
- Taxa de Preenchimento (Fill Rate): 2,4
bilhões de texturas por segundo;
- Aceleração para MPEG-2 e 4.
Segundo a S3 os chipsets DeltaChromeS8 e
DeltaChromeS4 podem trabalhar com até 128 MB; já o chipset
DeltaChromeF1 pode utilizar até 256 MB. Infelizmente a S3 não
informou qual memória será utilizada.
Mais informações:
http://www.via.com.tw/en/Digital%20Library/PR030313DeltaChromeDesktop.jsp
http://www.s3graphics.com/index.html
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Intel rompe a barreira dos 3 GHz em novo P4 com Hyper-Threading |
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Fabricante incorpora nova tecnologia em seu novo processador de
3,06 GHz, oferecendo ganhos de até 30% de desempenho sem acelerar
o clock do processador.
A
Intel levou quase 30 anos para lançar seu primeiro processador de
1 GHz (08/03/2000) e menos de um décimo desse tempo para triplicar
esse valor.
Em um evento ocorrido ontem na sede da Câmara Americana de
Comércio (Amcham) em São Paulo, a empresa de Santa Clara anunciou
oficialmente seu novo processador Pentium 4 de 3,06 GHz, o
que seria apenas mais um número bonito para tentar vencer a apatia
do consumidor, se não fosse pelo fato de que realmente existe algo
novo dentro dessa nova pastilha de silício além de ser apenas mais
veloz.
A grande novidade trazida por esse novo chip é a implementação da
chamada tecnologia Hyper-Threading – ou simplesmente HT – que
promete um ganho adicional de desempenho de até 30% em certas
aplicações sem acelerar o clock do processador.
Essa bruxaria foi resultado das pesquisas realizadas pela Intel
para encontrar novos meios de melhorar o desempenho de seus chips
sem depender necessariamente do clock do processador, já que
existem limites técnicos para essa abordagem, no que se refere ao
consumo de energia e geração de calor.
Pat Gelsinger, CTO da Intel, costuma
mostrar em suas apresentações que se o ritmo de elevação do
clock se manter nos níveis atuais, os novos processadores poderão
esquentar tanto quanto uma usina nuclear em 2005, tanto quanto o
bocal de um foguete ligado em 2010 e até a temperatura da
superfície do Sol depois disso.
Max Leite, gerente de marketing da Intel para a América Latina,
comentou que várias alternativas foram estudadas, sendo que muitas
delas, por um motivo ou outro, não eram viáveis.
Por exemplo, ele citou que a Intel estudou o efeito do aumento da
memória cache do processador. A conclusão foi que qualquer adição
de memória no núcleo levaria ao uso de mais transístores, o que
aumentaria do tamanho físico do núcleo, que levaria à diminuição
do número de chips por wafer e que, finalmente, resultaria no
aumento do custo final do chip em troca de um ganho de desempenho
em torno de 5%.
Colocando o ovo em pé ou frutas numa cesta
O Hyper-Threading por sua vez mostrou ser uma solução bem mais
engenhosa: por meio de pequenas alterações na lógica de
funcionamento do atual Pentium 4, foi possível fazer com que o
novo chip fosse capaz de se comportar como dois processadores
lógicos, ou seja, a tecnologia HT permite que os fluxos de
processo (os chamados threads) de dois programas diferentes possam
ser executados ao mesmo tempo como em um sistema bi-processado.
Imagine por exemplo, a tarefa de transferir o conteúdo de duas
caixas com frutas – uma com maçãs e outra com laranjas – para uma
cesta vazia.
Baseado numa lógica convencional mais simples, o usuário (nossa
CPU) utilizaria uma ou, às vezes, até as duas mãos (nossos threads)
para pegar um tipo de fruta por vez e passá-la para a cesta.
Observe porém que, enquanto uma caixa é esvaziada (nosso fluxo de
processo), a outra fica parada esperando pela sua vez.
No caso do HT, essa lógica poderia ser melhorada de modo que cada
mão pegasse uma fruta diferente por vez passando-as ao mesmo tempo
para a cesta. Desse modo ambas as caixas se esvaziariam em menos
tempo com o mesmo ritmo de trabalho. Desse modo, o ganho de
desempenho é obtido pelo uso mais racional e otimizado dos
recursos do sistema e não necessariamente pela aceleração na
execução das tarefas.
Paulo Lamanna, gerente de aplicações da Intel Brasil, explica que
as vantagens do HT são mais visíveis durante a execução de vários
programas ao mesmo tempo, o que permitiria, por exemplo, que um
usuário realize uma apresentação em PowerPoint ao mesmo tempo seu
um programa antivírus varre o computador, ou mesmo jogar e gerar
arquivos MP3 no PC.
Lamanna também observa que qualquer programa preparado para tirar
proveito de sistemas multiprocessados – como o Adobe Photoshop –
também podem utilizar a nova tecnologia. Desse modo, seria correto
afirmar que o HT foi criado para tirar o máximo proveito de
ambientes multitarefa e aplicações capazes de tirar proveito do
uso de dois ou mais processadores.
Quando perguntado se o HT ofereceria o mesmo desempenho de um
sistema bi-processado de verdade, o executivo da Intel explicou
que o desempenho não seria o mesmo já que alguns recursos do novo
P4 não podem ser compartilhados ao mesmo tempo, de modo que em
alguns casos, um dos threads deve esperar até que o recurso esteja
disponível. De qualquer modo, na sua opinião, o HT é um ótimo
negócio por oferecer o desempenho muito próximo de um sistema com
dois processadores pelo preço de um.
O HT também pode ser um bom negócio mesmo para sistemas
multiprocessados, já que o HT também trabalha nesse modo,
funcionando como quatro processadores (dois reais mais dois
virtuais). De fato, o HT foi primeiramente implementado pela Intel
no Xeon, largamente utilizado em servidores e estações de trabalho
de alto desempenho equipados com dois ou mais processadores.
Para saber mais sobre a tecnologia HT visite o
site da Intel.
Aplicação Imediata
Lamanna declarou que um grande atrativo do novo Pentium 4 com HT é
sua aplicação imediata, já que ela é praticamente compatível com
qualquer placa-mãe baseada nos chipsets Intel 845PE, 845GE, 845GV
e o 850E (compatível com RDRAM PC1066) - que já foram projetados
para trabalhar com a tecnologia HT, necessitando apenas de uma
atualização de BIOS. Com exceção do 850E, praticamente qualquer
chipset Intel para P4 compatível com barramento de dados (FSB) de
533 MHz pode ser usado com o novo chip, cujo preço inicial será de
US$ 637 (preço unitário para lotes de mil peças).
Com relação ao uso do P4 com HT em outras placas-mãe não baseadas
em chipsets Intel como SiS e VIA, o executivo da Intel aconselha
que o usuário seja cauteloso na sua escolha, verificando se, com
toda certeza, a placa-mãe de sua preferência é realmente
compatível com a tecnologia HT. Dependendo do caso, o processador
pode simplesmente não ligar ou funcionar de maneira incorreta, sem
tirar proveito de todos os seus recursos.
Para
evitar isso, a Intel já iniciou um trabalho de certificação com
fabricantes e integradores, de modo que os PCs homologados
receberão um novo selo de identificação do Pentium 4 com as
iniciais HT impressas na sua lateral. Além da certificação da
placa-mãe, a Intel lançou um novo padrão de montagem de PCs
conhecida como NWD FMB2, que adequa os novos gabinetes a trabalhar
com os novos processadores a partir de 3 GHz.
Entre as empresas nacionais que já possuem lançamentos prontos
baseados no HT estão a Itautec, a Syntax Computadores, Positivo,
Metron e a Dell.
Compatibilidade do sistema operacional
A princípio, a compatibilidade ao HT estará disponível apenas no
Windows XP, de preferência com o Service Pack 1 instalado. Segundo
Leite, todas as versões anteriores do Windows, incluindo o Me e o
2000 não são (e provavelmente nem serão) compatíveis com essa nova
tecnologia. Existe também a informação de que já existem versões
do Linux em processo de certificação pela Intel.
Para os desenvolvedores em geral, a Intel já possui uma linha
completa de ferramentas de software de compiladores criados para
facilitar a conversão de aplicações para a nova plataforma baseada
no HT.
Megahertz já não é mais tudo?
Apesar de apresentar uma nova tecnologia que oferece ganho de
desempenho sem mexer no clock, curiosamente a Intel mantém se
firme em dizer que MHz ainda é continuará a ser sua referência de
desempenho em seus processadores (ou pelo menos enquanto eles não
esquentarem tanto quanto uma usina nuclear ou bocal de foguete).
Tal afirmação tem sentido se levarmos em consideração que não
existirão dois pesos e duas medidas dentro da empresa, ou seja,
não existirão processadores Pentium 4 de 3,06 GHz com e sem HT
para serem comparados. Se a computadores fossem carros, seria algo
como afirmar que a Intel, a partir de agora, só produziria motores
de 16 válvulas, deixando para trás os modelos de 8 válvulas nessa
linha de produtos.
A partir desse chip, todos os seus sucessores irão incorporar essa
tecnologia, de modo que para todos os efeitos os ciclos de máquina
ainda reinam na empresa de Santa Clara.
Mário Nagano, PC World
14/11/2002 10:05:12
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Governo brasileiro vai
fiscalizar indústria de informática |
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BRASÍLIA
-- O governo começa nesta segunda-feira um processo de fiscalização
nas indústrias de informática.
O
ministro do Desenvolvimento, Sérgio Amaral, disse que as empresas
que estiverem descumprindo os requisitos de produção exigidos pelo
governo poderão ter os incentivos cancelados.
Inicialmente serão inspecionadas 12 das 213 empresas que recebem
incentivos fiscais previstos na Lei de Informática.
Na
quarta-feira, o governo publicou portaria interministerial
regulamentando o processo de fiscalização das empresas.
Segundo
o ministro, a medida concluiu a regulamentação da Lei de
Informática, sancionada no ano passado.
Subfaturamento
O
ministério constatou, por exemplo, que, até agosto, 995 milhões de
mouses para computador foram importados a US$ 0,50, enquanto o preço
normal é em torno de US$ 2 a unidade.
Para o
secretário-executivo do ministério, Benjamin Sicsú, são indícios de
que pode estar havendo subfaturamento nos preços dos componentes
para reduzir o valor do Imposto de Importação a ser pago.
A Lei de
Informática reduziu a alíquota do Imposto sobre Produtos
Industrializados (IPI) até 2008, mas manteve a alíquota do Imposto
de Importação.
Se as
irregularidades forem constatadas, as empresas terão os incentivos
suspensos e receberão um prazo de 30 dias para corrigir os
problemas.
Caso
contrário, haverá a suspensão definitiva dos benefícios. Amaral
disse que a fiscalização é um importante passo para a produção no
Brasil de computadores populares.
Segundo
ele, o governo estuda, a pedido das empresas do setor, a antecipação
da redução da Tarifa Externa Comum do Mercosul, para permitir que os
componentes de informática possam ser importados com custos menores
para baratear o preço final do computador.
O setor
argumenta que dessa forma poderá competir com o chamado "mercado
cinza" – de computadores produzidos integralmente ou em parte com
peças contrabandeadas ou pirateadas. Amaral disse que, em
contrapartida, será exigida a redução no preço do computador
acabado.
(Com
informações da Agência RBS) |
Epson lança
impressora a jato de tinta com resolução de 5.760 ppp |
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A
Epson trouxe para o Brasil a nova impressora a jato de tinta Stylus
C62, com qualidade fotográfica, indicada para aplicações domésticas
e em pequenos escritórios, com velocidade de impressão de até 14 ppm
(páginas por minuto) em preto e 10 ppm em cores e resolução de até
5.760 pontos por polegada, segunda a fabricante.
A
fabricante aponta com destaque na Stylus C62 o tratamento automático
para imagens de com resolução abaixo de 180 ppp, que melhora a
granulação e a qualidade nas impressões, principalmente de fotos
obtidas em sites. Também oferece cartuchos inteligentes, que
conferem maior precisão aos indicadores de consumo, afirma a Epson.
O
sistema de gotas variáveis da Stylus C62 produz cores mais
brilhantes e refinamento nos detalhes, conferindo qualidade
fotográfica às impressões. Segundo o gerente de produto da Epson,
Fábio Rabelo, “esse modelo é ideal para usuários que procuram um
equipamento econômico sem abrir mão da alta qualidade nas suas
impressões”. Com essas características, a nova impressora garante
fidelidade nas imagens e graduações perfeitas.
A nova
impressora inclui o software ArcSoft Photo Impression, para
organização e impressão de fotos. A Stylus C62 conta com interface
USB e paralela, compatíveis com Windows e Macintosh.
PC World
01/10/2002 09:34:13 |
AMD lança novo Athlon XP
2800+ com barramento de 333 MHz |
|
A
AMD anunciou hoje dois novos processadores Athlon XP, agora nas
versões 2700+ e 2800+ que funcionam a 2,25 GHz e 2,17 GHz
respectivamente. Produzidos na fábrica de Dresden na Alemanha —
também conhecida como FAB 30 —, esses chips baseiam-se no núcleo
Thoroughbred (rev- B) introduzido na época em que a empresa iniciou
o processo de fabricação de 0,13 mícron com contatos de cobre, que
espremeu mais de 37 milhões de transístores numa pastilha de menos
de 84 milímetros quadrados.
Equipado
com 384 KB de cache (128 KB de L1 mais 256 KB de L2), a corrente de
alimentação do núcleo do XP 2800+ é de 1,65 Volts e a temperatura
máxima do núcleo fica em torno de 85 graus Celsius com uma potencia
dissipada normal em torno de 64,0 W (62.0 W no XP 2700+) podendo, no
máximo alcançar picos de 74,3 W (68,3 W no XP 2700+) em situações
pouco usuais, normalmente experimentos realizados de laboratório com
o uso de programas especiais que ativam todos os transístores ao
mesmo tempo.

De fato,
para tirar todo o proveito dessa nova tecnlologia, a Nvidia
aproveitou o lançamento do XP 2800+ para anunciar o lançamento de
seu novo chip set nForce 2, que permitirá o desenvolvimento de uma
nova geração de placas- mãe equipadas com várias inovações
tecnológias, sendo que algumas delas nem não utilizáveis nos dias de
hoje.
Entre as
várias características presentes na nForce 2 estão as interfaces AGP
8x, IEEE-1394 (FireWire), USB 1.1 e 2.0, controladores de disco
padrão Fast Ultra ATA/133, além de um sistema duplo de portas de
rede padrão Ethernet de 10/100 mbits (batizado de DualNet Technology)
que permitiria, por exemplo, utilizar uma porta para se conectar a
um modem ADSL e a outra com um segundo computador via cabo crossover.
Como seu predescessor, o nForce 2, junto com o XBox da Microsoft,
são pioneiros no uso da tecnologia Hypertransport, um tipo de
barramento de dados de alto desempenho, flexível e escalável criado
pela AMD em meados de 2001.
Com o
objetivo de aumentar ainda mais o desempenho do sistema de memória,
a Nvidia aperfeiçoou sua tecnologia Twin bank que utiliza um
barramento duplo de dados para os bancos de memória DDR (200,266 ou
333, até 3 GB) com o objetivo de melhorar o desempenho do sistema de
memória, podendo alcançar larguras de banda de até 6,4 GB/s. Isso
seria possível com o uso de dois controladores de 64 bits que,
combinados, formariam uma interface de memória de 128 bits. A idéia
por trás dessa arquitetura seria de que os controladores de memória
funcionariam de maneira semelhante aos sistemas RAID de dois discos
rígidos, ou seja, enquanto um controlador lê e grava dados na
memória, o outro se prepara para o próximo acesso de modo a
minimizar o tempo de latência o que melhora o desempenho geral do
PC.
Mário Nagano, PC World
01/10/2002 11:04:24 |
HiperSp@ce Alfenas, adquire da VHInfo computadores e consultoria em Lan
House. |
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A HiperSp@ce Alfenas - MG adquiriu da VHInfo todo o tipo de
equipamento de última geração e consultoria em Lan House. A empresa
encontra-se equipada com 21 computadores devidamente configurados
para jogos de última geração e mais 8 computadores com amplo poder
de navegação de internet. A empresa tem como sua configuração em
rede servidores Linux e alta velocidade em Internet e rede.
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Força-tarefa
apreende US$ 1,5 milhão em mercadorias na Santa Efigênia |
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A maioria
dos produtos são eletroeletrônicos, como computadores e aparelhos
de som. A polícia recolheu cerca de cem mil CDs falsificados.
A
Força-tarefa Permanente e Integrada de Combate à Corrupção - que
reúne a Prefeitura paulistana, policiais, a Fazenda Estadual e a
promotoria - apreendeu US$ 1,5 milhão em mercadorias
contrabandeadas que estavam sendo vendidas na rua Santa Efigênia,
região central de São Paulo.
Foram
vistoriados 25 outlets, com cerca de 350 boxes, das 10h30 da manhã
de ontem (03/07) até às 15 horas. No final da operação, 23
boxes acabaram interditados.
O
material recolhido foi levado em 10 caminhões para o depósito da
Receita Federal na Vila Maria, zona norte da cidade. A maioria dos
produtos é formada por eletroeletrônicos, como computadores e
aparelhos de som. A polícia recolheu cerca de cem mil CDs
falsificados.
A
Fazenda avalia que 60% do produtos recolhidos têm origem
comprovadamente ilegal. Os fornecedores do restante ainda serão
investigados.
Segundo
a polícia, das 40 pessoas detidas, metade será presa sob a acusação
de ter produtos falsificados ou contrabandeados. Em um dos prédios
da rua, foi descoberto um apartamento com equipamentos para a cópia
de DVDs piratas.
As
informações são do site da Prefeitura
de São Paulo.
PC World
04/07/2002
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Novo
Celeron na Praça |
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Como
esperado, a Intel lançou o Celeron baseado no Pentium 4. Este
“novo” Celeron está sendo produzido na mesma fábrica que
produzia os Pentium 4 Willamette de 0.18 mícron e conserva todas as
características do irmão mais velho, com exceção do cache, que
encolheu para apenas 128 KB. O nome código do processor é
Willamette-128.
A
versão inicial do Celeron opera a 1.7 GHz. A Intel divulgou que
futuramente lançará duas versões mais lentas, operando a 1.5 e
1.6 GHz. Ainda não foram anunciadas versões mais rápidas mas é
provável que com novas versões do Pentium 4 o Celeron ganhe versões
de 1.8, 1.9 e 2.0 GHz, já que o limite teórico da arquitetura é
de 2.2 GHz.
O
Celeron deve ser considerado apenas por quem tem interesse em
atualizar mais tarde para um Pentium 4, já que até o final deste
ano teremos versões muito rápidas, provavelmente de até 3.3 GHz.
Neste caso é bom certificar-se que a placa mãe oferece suporte ao
Pentium 4 Northwood.
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Os planos da AMD |
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Este
novo roadmap divulgado pela AMD apresenta um pouco mais de informação
que o anterior. Além de mostrar os processadores que estarão
disponíveis, temos os índices TPI de cada um.
Segundo
roadmap teremos apenas mais uma versão do Athlon XP até o final de
Junho, o 2200+, provavelmente já baseado no core Thoroughbred. Daí
pra frente teremos uma evolução mais rápida, com os 2400+ até o
final de Setembro e o 2800+ lá pelo final do ano.
Logo
depois entrará em cena o Hammer, cuja primeira versão operará a
2.0 GHz e receberá um índice TPI de imponentes 3400 pontos,
equivalente à freqüência que o Pentium 4 deverá ter alcançado
até la. Se o Hammer for mesmo 25% mais rápido que o Athlon
Palomino do mesmo clock, um Hammer de 2.0 GHz teria um desempenho
equivalente a um Athlon XP 3125+, muito longe dos 3400+ que o
processador receberá.
Estamos
assistindo a uma seqüência de atitudes lamentáveis tanto por
parte da AMD quanto por parte da Intel. Apesar de ambas terem em mãos
processadores muito rápidos, a disputa está fazendo com que
comecem a enganar os consumidores. A Intel com a velha estratégia
de inchar a freqüência de operação do Pentium 4 e convencer os
desenvolvedores de benchmarks a otimizar os testes para seus
processadores e a AMD com a necessidade desesperada de aumentar o índice
TPI de seus processadores o mais rápido possível, a fim de mantê-los
marketisticamente (inventei agora ;-) em pé de igualdade com a
concorrência.
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O
Hammer será 25% mais rápido que um XP do mesmo Clock |
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Preciso
urgentemente de umas aulas de Alemão :-) Esta é provavelmente a
segunda língua em quantidade de material técnico disponível,
perdendo apenas (claro) para o Inglês.
Este
artigo mostra uma entrevista com Jan Guter, um dos projetistas
envolvidos no projeto do AMD Hammer. Segundo ele o ClawHammer será
cerca de 25% mais rápido que um Athlon XP do mesmo clock rodando
aplicativos de 32 bits e 40% mais rápido rodando aplicativos
recompilados para o conjunto de instruções de 64 bits, mas apesar
disso consumirá menos energia que um XP do mesmo clock, já que a
primeira versão do ClawHammer já será produzida numa técnica de
0.13 mícron, contra os 0.18 mícron do Athlon Palomino atual. Isto
corrobora as informações extra-oficiais de que a primeira versão
do ClawHammer operará a 2.0 GHz e será vendido com o índice TPI
de 3400+:
http://www.golem.de/0203/18866.html
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Novo Pentium 4 -
Northwood |
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A
região de alta tecnologia do mercado japonês foi a primeira a
receber os novos Pentium 4, os baseados no processo de 0,13 µm,
cujo codinome era Northwood (NWD). Os primeiros modelos são o 2,0A
(como sempre, a Intel usa o "A" para discernir os novos
modelos dos antigos de mesmo clock) e o 2,20 GHz, ambos ainda
sustentado um FSB de 100 MHz QDR (400 MHz). Os NWD são compatíveis
com as atuais Socket478, que foram introduzidas apenas recentemente
- haveria revolta se a Intel promovesse uma nova troca de interface.
| Pentium
4 Northwood |
| Código: |
80532 |
| Processo: |
0,13 µm |
| Interface: |
Socket478 |
| FSB: |
100 MHz
QDR (400 MHz) |
| Vcore: |
1,5V |
| Cache
L2: |
512 KB |
As
duas principais novidades são a duplicação da capacidade do L2 e
a migração para o processo de 0,13 µm. A mudança do processo
contribui para redução no consumo elétrico (um sinal disso é a
passagem do Vcore de 1,70 ou 1,75 para1,50 V) e também diminuição
do tamanho do die, que só não ficou menor por causa do incremento
no L2. Por sua vez, o cache avantajado permite que o NWD seja de 5 a
15% mais rápido do que um Willamette dependendo da aplicação. |

Segundo
a Intel, o projeto térmico para o 2,2 GHz deve estar preparado para
dissipar no máximo 55,1 W, no entanto, segundo as especificações
elétricas do núcleo (1,5 V e 47,1 A), a dissipação máxima mesmo
pode alcançar 70,65 W. O Willamette de 2,0 GHz está especificado
respectivamente em 75,3 W e 100,45 W. A máxima temperatura do
núcleo admissível vale 68ºC para o de 2 GHz e 69ºC para o de
2,2GHz. Esses valores podem ser medidos diretamente pela placa-mãe,
já que há um diodo térmico integrado. |
nVIDIA GeForce Ti |
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Mal o GeForce3 chegou ao mercado e a NVIDIA já desenvolveu variações, chamadas de GeForce3 Ti 500 a Ti 200. A família GF2 também ganhou um membro Ti
(Titanium), chamado simplesmente de GeForce2 Ti, tecnicamente superior ao GTS apenas em termos de performance - todos recursos, texturas 3D a buffer de sombras. Agora, em termos de performance, a família GF3 pode ser ordenada em ordem decrescente pelo Ti 500, GF3 a Ti 200. O recurso de texturas 3D pode ser obtido programaticamente nas GF3 originais, graças ao engine
nfiniteFX. |
HP abandona
CD-R/RW |
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A HP vai deixar de comercializar gravadores de
CD-R/RW para atender ao mercado de peças avulsas a partir do começo de 2002. Segundo a empresa, este mercado está abarrotado de concorrentes, tornando os preços muito pouco atraentes. Em 2000 a empresa teve
um elevado excedente de produção a formação de estoques a ao longo de 2001 houve queda acentuada da demanda. Agora, a empresa vai se focalizar no desenvolvimento a produção de gravadores de DVD, mercado ainda pouco explorado a promissor.
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